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simply ana

Simplesmente eu.

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Simplesmente eu.

Sab | 01.04.17

Fico parva com estas coisas

Há uns dias entrei na Victoria Secret's. A minha namorada, sempre que me vê ir na direção da dita loja, faz logo aquele ar de enfado, mas eu ignoro. 

É verdade que nunca lá comprei nada, a não ser uns sprays corporais, cujo cheiro a minha namorada também odeia, porque para comprar cuecas de padrões hediondos e qualidade duvidosa vou à Primark. Mas já se sabe, uma pessoa gosta sempre de dar uma vistinha de olhos, nem que seja para criticar.

Adiante, dizia eu que entrei lá um destes dias e, mal pus o pé na loja, veio logo uma menina ter comigo. Ai e tal, bom dia como está?, eu sou a Maria Amélia e a senhora como se chama?. 

Pronto, revirei logo os olhos. Apeteceu-me logo pôr-me a andar. Que estupidez, uma pessoa vai comprar cuecas e tem de desvendar a identidade a uma descohecida. Qualquer dia tenho de lhes mostrar o Cartão do Cidadão. 

Já no Starbucks é a mesma conversa. Ninguem precisa de saber o meu nome para me fazer um cappuccino, senhores!

Quem inventou esta abordagem não devia ter a cabecinha a funcionar a 100%, só pode. Uma coisa é atendimento personalizado, outra coisa é abuso de confiança. Eu não quero dizer o meu nome a desconhecidos, é uma coisa assim tão descabida? 

 

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